quinta-feira, 9 de junho de 2011

O FAZENDEIRO E DEUS

Um fazendeiro acaba se mudando para à África do Sul com a sua família e lá acaba encontrando muitas dificuldades, sofre uma serie de perdas que julga ser incapaz de superar. Mas com todos os sofrimentos que passa ele descobre o verdadeiro propósito da sua vida e uma crença inabalável no poder da fé, essa história é muito comovente e espetacular.
Seu gênero é drama e sua classificação etária é de 16 anos contando com tempo de duração de 116 minutos, sendo que possui um incrível elenco entre eles Frank Rautenbach e Jeanne Nielson. Esse filme é baseado em fatos reais um dos fatores que acaba mais chamando atenção é a sua forma rústica e original na qual ele prega a fé em Cristo e não uma religião, sua fazenda acabou tornando-se um ministério onde emprega trabalhadores locais, também criou um orfanato que acolhe cerca de 200 crianças órfãs e vitimas da AIDS, recomendo assistirem este filme até mesmo para uma reflexão.
(FONTE: http://www.blogers.com.br/resumo-do-filme-o-fazendeiro-e-deus/)

FLYBOYS




Título original: (Flyboys)
Lançamento: 2006 (França, EUA)
Direção: Tony Bill
Atores: James Franco, Scott Hazell, Mac McDonald, Philip Winchester.
Duração: 139 min
Gênero: aventura


Sinopse

1916, dois anos após o início da 1ª Guerra Mundial. Milhões de pessoas já morreram e as forças aliadas, compostas por França e Inglaterra, seguem em uma luta inativa nas trincheiras contra as tropas alemãs. Os Estados Unidos seguem sua posição de neutralidade, o que não impede que alguns americanos partam para a Europa para ajudar como motoristas voluntários de ambulância ou integrantes da Legião Estrangeira da França. Um deles é Blaine Rawlings (James Franco), um texano que foi expulso do rancho de sua família e que idealiza uma vida de herói pilotando aviões. Ele logo se une a Higgins (Christien Anholt), um recruta da Legião Estrangeira que é transferido; William Jensen (Philip Winchester), que se alistou para seguir a tradição da família; Briggs Lowry (Tyler Labine), que se alistou devido à pressão do pai; Eddie Beagle (David Ellison), que deseja fugir de seu passado; Eugene Skinner (Abdul Salis), que deseja defender a França devido ao país ter sido tolerante ao permitir que se tornasse campeão de boxe; e Reed Cassidy (Martin Henderson), um piloto de guerra veterano. Sob o comando do capitão Georges Thenault (Jean Reno), os pilotos franceses realizam um rigoroso treinamento com os americanos, de forma que eles possam integrar a Esquadrilha Lafayette, o 1º esquadrão de pilotos americanos a lutar na 1ª Guerra Mundial.


(Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/flyboys/)

terça-feira, 7 de junho de 2011

ENTREGA DE UNIFORMES


                                                       
                               ATENÇÃO SENHORES PAIS DE        ALUNOS DO 1º AO 5º ANO
  A ENTREGA DO KIT DE UNIFORME DE VERÃO ACONTECERÁ  Á PARTIR DO DIA 13/06 SOMENTE PARA PAIS OU RESPONSÁVEIS.
OBS: LEMBRAMOS QUE OS ALUNOS QUE ESTAVAM MATRÍCULADOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DEVERÃO RETIRAR SEUS KITS DE UNIFORME NOS C.E.I.S.(CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL)
CLIQUE NA IMAGEM PARA VISUALIZAR
                   

ATENCIOSAMENTE

ADMINISTRADORA ESCOLAR

ALINE HELENA.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

sexta-feira, 3 de junho de 2011

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ACESSE AQUI A PROGRAMAÇÃO



HISTÓRICO DA NOSSA ESCOLA



 


I


HISTÓRICO DA ESCOLA BÁSICA “JOÃO PAULO II”


           Tudo começou com um acidente no ano de 1985, envolvendo o menino Adroaldo M.de Oliveira, que residia na Rua Mário Bento dos Passos nº. 1089 no loteamento Votorantim. Ele estudava na E.B. “Melvin Jones” e tinha que atravessar a Avenida Reinaldo Schmithausen para freqüentar a aula.
           A partir desse acidente, um grupo de pais e moradores resolveu junto a então diretora da E.B. “Melvin Jones” naquela ocasião senhora Rosa Sedrez pedir uma reunião com o poder público, com o objetivo de reivindicar a construção de uma escola, no loteamento Votorantim.
          O terreno então foi doado pela prefeitura sendo que os moradores deveriam construir a escola através de um mutirão com o compromisso de formarem uma associação de moradores a AMBAVI (Associação dos moradores do bairro do Votorantim), registrada em 12/04/86, composta pelos seguintes membros:

Presidente: Dionísio Haveroth / Esposa Vilma S. Haveroth
Vice-presidente: Antônio N. da Costa / Esposa Elenir L. da Costa
1ºSecretário: Manoel V.Vieira / Esposa Leopoldina F. Vieira
2ºSecretário: Alvino Norenberg / Esposa Maria S. Norenberg
1ºTesoureiro: João Garcia
2ºTesoureiro: João Brassanini
Conselho Fiscal: Osmar Rosa, Osvaldo S. Michioreto, Silvia Regina Cabral, Manoel Vargas e Sebastião V. Rosa.
          Por meio de mutirão, dona Isolda Máximo Poleza doou água e energia elétrica para construção. Embaixo de uma árvore, na frente da casa de dona Terezinha Vargas a professora Silvia Cabral depois nomeada diretora, fez as primeiras matrículas. Nas garagens de dona Isolda e de dona Terezinha foram ministradas as primeiras aulas até que a escola ficasse pronta.
          Durante a construção os pais pagavam vinte cruzeiros ou um dia de trabalho por cada matrícula efetuada. O dinheiro recolhido pagava o dia de serviço do pedreiro profissional que era o responsável pela obra e os membros da associação juntamente com outros pais que chegavam contribuíam como ajudantes a exemplo do senhor José Mafra, residente na Rua Mário Bento dos Passos nº. 1110 que rebocou paredes.
          Foi construído contendo 02 salas de aula, 01 banheiro feminino, 01 banheiro masculino, 01 cantina, 01 cozinha, 01 sala para secretaria e 01 sala para direção (planta original / ano 1984).
          Surgiram também três sugestões para dar nome à escola. A primeira era em homenagem a “Irmã Dominícia” (que foi diretora do Hospital M.M. K. B), a segunda “José Locks” (1º pároco e fundador da nova Igreja Matriz) e por último “João Paulo II” (devido à visita do Papa ao Brasil), esta última sugerida pelo membro da Associação senhor Antônio Nogueira da Costa, sendo aceita pelos demais membros da associação e finalmente em 18/03/85 pelo decreto nº3602 foi criado o Grupo Escolar “João Paulo II”.
         No início, devido à procura de vagas e só ter duas salas de aula a escola funcionou com três turnos o: matutino, intermediário e vespertino.
         Não havia muro, porém muito capim ao redor e um caminho que servia de passagem para chegar à escola. Entre muitos pais que contribuíram à senhora Marly Souza, comerciante da comunidade, com muita alegria doava verduras para a merenda das crianças.
           Os primeiros funcionários foram:

Diretora: Silvia Regina Cabral
Secretário: Celso Lana
Professoras: Lílian R.Terres,Solange S. Ferreira,Mº Ap.Faial,Bernadete M. dos Santos,Leusa E.º Machado,Mª Iracema F.de Carvalho,Virgínia Grimes.
Zeladoras e merendeiras: Benta Leite e Aurora Maria M. Mota.

           Com o passar do tempo à escola precisou ser ampliada e o grupo escolar passou a ser E.B. “João Paulo II”, através do decreto nº 3.602 de 03 /04/1987, assumindo a direção a professora Maria de Fátima Coelho, sendo sucessoras:
Vânia S. Heusi de setembro de 1987 á dezembro de 1992.
           No ano de 1990 nossa escola realizou a 1ª solenidade de formatura da 1ª turma de 8ª série com 10 formandos, onde a regente homenageada com o nome de turma foi a então professora Ivone Cavília de Siqueira. 
  
Ana Luíza Pedro foi diretora durante o ano de 1993.
Marlene E. F. do Nascimento durante o ano de 1994.
Sandra Regina de Borba Pereira de fevereiro de 1995 até dezembro de 1996.
Assis Regina B. de Souza de fevereiro de 1997 até maio de 1998.
Hilze Mary V. Leopoldo de maio de 1998 a abril de 2004.
Silvana de O. Bechtold de abril a dezembro de 2004.
Elizete Maria Jacinto de janeiro de 2005 a dezembro 2008.
Daniela Cristiana da Silva Toniazzo de janeiro de 2009 a maio de 2010.
Cristiane da Silva atual diretora nomeada em maio de 2010.


           Quanto a presidentes da APP contamos com a colaboração de:

Ivete Berteli Nardes de 1987/1988 que foi reeleita para mandato 1989/1990
José Cláudio da Luz de 1991/1993
Nelson Fiamoncini de 1993/1995
Isolda Máximo Poleza 1997
Sueli de Oliveira           1997
Agostinho Lindolfo Rosa 1997/1999
Evandro José Felício      1999
Isolda Máximo Poleza 1999/2001
Iliana Santos da Luz       2001/2003
Roseni Girardi Moser     2003/2005
Policarpo Ovandro Júnior 2005/2007
Renata Jovino Tomaz 2008
Rosilene Jovino Tomaz 2009/2011

           O Conselho Escolar foi instituído pela lei 3.682 de 17/12/2001 para trabalhar em conjunto com a APP tendo na presidência:

Elisete Ap. Vinoti           2002/2003
Renilda Ap. Fernandes    2003/2005
Aline Rodrigues N. Almeida 2005/2007
Rosane Severino 2008
Maria do Carmo 2009/2011

           Este trabalho de recomposição da história da escola foi realizado através de pesquisa pela professora historiadora Elizete Maria Jacinto (na oportunidade diretora), registrado também em CD apresentado a comunidade em comemoração aos vinte anos do aniversário desta Unidade Escolar. Agora atualizado pela nova Direção.
           Como vemos, a história de nossa escola é composta de sonhos que se tornaram realidade, através de muito trabalho, persistência e união. Por isso devemos nos orgulhar e ajudar a preservá-la, seguindo o exemplo de fé, amor e comprometimento daqueles que vieram antes de nós e souberam valer sua cidadania.

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A ITAJAHY DE ONTEM:

ASSIM ERA, NO PRINCÍPIO...
José Bento Rosa da Silva, em sua obra “A Itajahy do Século XIX”, nos conta que, quando Itajaí ainda era Freguesia, entre 1835 e 1844, a população girava em torno de 1.686 habitantes; sendo 1.523 livres e 163 escravos.

Com base nas memórias de Antônio da Costa Flores, José Bento resgatou o seguinte depoimento: 

“No Itajaí não havia então nenhuma rua, nem se falava em arruamento. Nas imediações do local em que presentemente se acha a Matriz, existiam uns alicerces de pouco mais de meio metro de altura; construído por um pedreiro escravo do Major Agostinho, de nome Simeão; para a igreja, e uma meia água muito pequena de taipa, sem reboco, coberta de telha, sem forma exterior de templo e conhecida por Casinha de Nossa Senhora, porque agasalhava uma imagem de Nossa Senhora da Conceição. O cemitério ficava no terreno sito nos fundos dessa casinha e ia até perto da atual casa do negócio do senhor Pedro Bauer.”
A Igreja da Imaculada Conceição - também conhecida como Igrejinha Velha - está localizada no marco Zero da cidade, bem próximo ao Rio Itajaí-Açú; mais precisamente no início da Rua Hercílio Luz, na Praça Vidal Ramos. É considerada um dos monumentos mais significativos da História itajaiense.
  A atual construção é uma "ampliação" da antiga Matriz, inicialmente edificada em pedras e tijolos, a partir de 1834, pelo escravo Simeão; substituindo a primitiva capela de pau a pique, iniciada em 1823.
Pelo que se sabe, através da história oral, a parede original construída por Simeão, ainda está lá, nos fundos da Igreja; na divisa com uma pequena sala comercial, onde ainda funciona a Papelaria São Luís.

José Bento, entretanto, chama atenção para a falta de registros a respeito do construtor da Igrejinha Velha: “Simeão, ainda hoje, continua oculto, parte de uma história invisível; mas que sem ele, a igreja tampouco teria sido como foi ou é na atualidade.”


Vejamos mais alguns depoimentos, coletados pelo pesquisador, a partir das memórias de Costa Flores, e que retratam a Freguesia do Itajahy:

“Nos terrenos que o atual perímetro urbano desta cidade abrange e que, como sabe atinge a dois quilômetros, a contar da igreja matriz para todos os lados, exceto para o rio, que fica a muito pequena distância; contavam0se umas cinqüenta casas, entrando neste número pequenos ranchos miseráveis que, além de serem coberto de palha, compunham-se de um só compartimento com paredes feitas de ripas fincadas junto às outras. Todas as casas, salvo a do Major Agostinho (a melhor que havia) que era construída de pedra, tijolo e cal; tinham as paredes externas de taipa, isto é, de pau a pique amarrado com ripa, barreadas, sendo que só três ou quatro eram rebocadas e caiadas. (...) Não havia nenhuma casa com paredes externas de taboas. Passaram-se anos antes que existissem engenhos de serrar (...)”

“(...) mais ou menos por onde correm as Ruas Lauro Muller e Pedro Ferreira, ao lado oeste, havia apenas quatorze casas; sendo nesta quatro e naquela dez, entre as quais a do Major Agostinho que é agora de propriedade da viúva do Sr. Henrique Schneider. Essas quatorze casas estavam assim dispostas não porque obedecessem alinhamento, mas porque todas davam frente para o rio e acompanhavam a direita da praia (...)”

  memórias de Costa Flores registraram ainda, segundo José Bento, os terrenos ao sul do povoado, conhecidos com o nome de Fazenda, e um dos bairros mais antigos de Itajaí. Lá residiam Dona Felícia Alexandrina de Azevedo, viúva de certo oficial, que teria governado a então Província de Santa Catarina; e sua filha de nome Carolina, casada com o Capitão Benigno Lopes Monção. Eram proprietárias de muitos escravos, grande cafezal, muitas laranjeiras e outras árvores frutíferas; além de um engenho de mandioca e açúcar.
Um pouco mais além dos limites do povoado, as memórias se estendem à periferia, e registram: “Para os lados da Praia Brava, creio que os moradores ali eram poucos; era onde mais se plantavam algodoeiros e mais se fazia riscado da terra.”
Estes parecem ter sido, portanto, os primeiros registros que se tem notícia sobre o Bairro Fazenda e Praia Brava; em meados do Século XIX, quando Itajaí ainda era uma Freguesia.
No início do Século XX, mais precisamente a partir de 1904, o memorialista Juventino Linhares nos brindou com inúmeros registros do cotidiano dos bairros - do então emancipado Município de Itajaí - e seus personagens mais folclóricos. Mas isso é outra história...
 
(FONTE     JOSÉ BENTO ROSA DA SILVA. A Itajahy do Século XIX – História, poder e cotidiano. Itajaí (SC): Editora Casa Aberta; 2009.  http://soupapasiri.blogspot.com/2010/02/historia-e-memoria-dos-bairros-de.html

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DICIONÁRIO PAPA SIRI:

Reúne algumas expressões mais comuns do nosso cotidiano; que compõem o vocabulário "pexerêx", a dialeto oficial dos "papa siri".

LETRA A:
Abobado - metido a besta
Ahm, ahm - expressão que indica dúvida
Amarelo da goiaba - expressão que visa desmoralizar alguém; desnutrido
Arrenegar - encher o saco
Avião de rosca - helicóptero
Axx dereita - indicação de direção - virar à direita; usada como complemento do "toda vida reto".
Ajuntamento - quando você anda com pessoas de má influência.
A gente vévi - nós vivemos.

LETRA B:
Baga - comprimido, bolinha, semente
Baga de zóio - olho
Banzo - que não funciona direito; tanso
Benzer de arca caída - ritual de benzimento para dor nas costelas
Benzer de carne rasgada - ritual de benzimento para distensão muscular
Bobiça - besteira, coisa sem importância, bobagem
Boiar - não entender o que está acontecendo
Boi ralado - carne moída

LETRA C:
Calcanhar rachado – morador de Brusque
Chupim – aqueles que ficam só sugando energia e não tem nada pra oferecer; aproveitador
Carcar – ir embora
Consertar o peixe - limpar peixe, tirar vísceras, escamas
Com a boca na butija - o mesmo que pegar no flagra.
Caxcudo na baga da orelha - puxão de orelha

LETRA D:
Dar um guento – pressionar alguém
Decascá – descascar
Digrátis – Gratuito
Dijaoje – o mesmo que dizaoje – agora a pouco
Do outro lado da vala – do outro lado do Rio Itajaí-Açú

 LETRA E:
Embaciado – vidro sujo
Embaçou – estragou o programa
Emedron – o mesmo que Edredom
Entrou areia – deu errado
Extepôr – ou Ixxtepôri – chato, que vive aprontando.
Estrupiado – quebrado
Etchooo ! – expressão quando alguém quebra alguma coisa por descuido.

LETRA F:
Fato – Víscera do boi, mondongo, bucho.
Fema – fêmea
Funda – estilingue

LETRA H:
Hox – hoje.

LETRA
I:
Injicar – incomodar


LETRA J:
Judiação – maus tratos.
Jacarezinho de parede – lagartixa

LETRA L:
Largatixa – lagartixa
Largato – lagarto
Lezera – moleza, lombeira, lomba
Ladino – esperto, liso

LETRA M:
Magrela – zica
Manezinho – morador de Florianópe
Mêmo – mesmo
Mais alvoroçado que siri na lata – agoniado, inquieto, nervoso
Me laxxxco – me divirto
Me exxtrago – rolar de rir

LETRA N:
Na cara dura – quem ença. Ex: deu com os coco na parede.frenta situação sem medo
Não dá nem pro cheiro – quando não é suficiente
Não deu liga – não deu certo

LETRA O:
O trixte – alguém. Ex: achei aquele trixte do Zé.
Orelha de gato – iguaria feita de massa frita; calça virada
Ox coco – cabe

LETRA P:
Papa siri – povo de Itajaí
Pau de virá tripa – magrela, alta
Pianço – asma, bronquite
Pila – dinheiro
Prábunito – coisa sem utilidade; que fica só pra enfeite.

LETRA Q:
Quilica – bolinha de gude
Quando me aprecatei - quando percebi

LETRA R:
Rapaix pequeno – criança
Rasgar a boca – levar um fora
Renento – pessoa rabuça. Ex: deu com os coco na parede.gento
Rena – implicância

LETRA S:
Se afinou de rir – quase morreu de rir
Se afinou – se engasgou, ficou com falta de ar
Semento – cimento
Sumintério – cemitério
Surasco – churrasco.

LETRA T:
Tax doido, nego ? – você está maluco, cara
Tauba – tábua
Toda vida reto – segue em frente
Toda vida maix três dia – indicação de caminho
Travado – bêbado
Torta – bolo
Trampo – trabalho
Traque – crack
Trêbado – mais do que bêbado
Truxe as tauba pra montá as partilera – papa siri montando armário

LETRA V:
Viajar na maionese – vça. Ex: deu com os coco na parede.er o que não aconteceu, imaginar
Visse? - o mesmo que “entendesse” ?
Voador – cheque furado
Voadeira – Lancha

LETRA Z:
Zica – magrela, bicicleta
Zipra – processo inflamatório envolvendo circulação do sangue
Zóio anuviado – visão embaçada, turva
Zoiúdo – egoísta, aproveitador, ganancioso

(FONTE: http://soupapasiri.blogspot.com/2010/02/dicionario-papa-siri_20.html)